Foto: Divulgação/Facebook.com/naturanet

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Redação Discovery

O Fórum Econômico Mundial realizado em Davos, na Suíça, de 23 a 27 de janeiro, foi palco da divulgação do Ranking Global das 100 Empresas Mais Sustentáveis do Mundo. A lista de 2013, que reúne as empresas líderes do chamado capitalismo “limpo” trouxe uma boa notícia para a América Latina.

A segunda posição do ranking, elaborado pela Corporate Knights, foi conquistada pela Natura, empresa brasileira de capital aberto que fabrica cosméticos, fragrâncias e produtos de higiene pessoal com métodos que priorizam o respeito ao meio ambiente.

A marca surgiu na década de 1970 e hoje está presente em sete países da América Latina e na França, onde não só comercializa seus produtos, mas transmite um modelo de negócio que integra o conhecimento científico e a sabedoria das comunidades tradicionais, promovendo o uso sustentável da rica biodiversidade botânica do Brasil.

Em primeiro lugar ficou a Umicore, indústria química multinacional especializada em tecnologia de materiais, com sede na Bélgica. A empresa começou a se reinventar há duas décadas, aproveitando quatro tendências globais: a escassez de recursos, o transporte elétrico, a produção de energia limpa e a purificação do ar.
Os Estados Unidos e o Canadá são os países com maior quantidade de empresas sustentáveis, dez cada uma. Nas cinco primeiras colocações, figuram ainda Grã-Bretanha, França e Austrália, com nove empresas relativamente verdes por país.

Para Michael Yow, analista principal da divisão de pesquisas da Corporate Knights, “o fato de EUA e Canadá contribuírem com dez empresas líderes em sustentabilidade é um forte indicador de que, apesar da ausência de regulações sobre desempenho ambiental e social, uma quantidade maior de empresas encara a sustentabilidade com grande seriedade”.

De fato, cada vez mais empresas percebem as vantagens do aproveitamento eficiente dos recursos, do respeito aos funcionários e da contribuição das comunidades locais ao negócio.
Nesse sentido, espera-se que o lucro coletivo – cerca de 3,1 bilhões de dólares – gerado por essas cem empresas possam inspirar outras companhias a seguir o mesmo caminho.

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