A diretoria teria se mostrado satisfeita com a quantidade na Reserva Extrativista Chico Mendes

A diretoria teria se mostrado satisfeita com a quantidade na Reserva Extrativista Chico Mendes

Acre negocia a instalação de um centro de estudos em bambu e é um dos maiores produtores da planta.

Por Anne Moura/Portal Amazônia

Conhecer as reservas de bambu e, principalmente, os estudos realizados em relação à planta. Este foi o objetivo da visita da diretora da Rede Internacional de Bambu e Ratã (Inbar), Dra. Coosje Hoogendoom. Ela esteve no Acre na última semana com o objetivo de fortalecer a participação do Brasil na rede e agregar, assim, o valor aos produtos fabricados a partir do bambu.

A reunião foi conduzida pela chefe do Gabinete Civil, Marcia Regina, e teve a participação de diversas secretarias de estado. Atualmente, o Acre negocia a instalação de um centro de estudos em bambu e é um dos maiores produtores da planta no mundo.

A diretora teria se mostrado satisfeita com a quantidade do produto na Reserva Extrativista Chico Mendes e, principalmente, com o trabalho realizado nas instituições. Ela informou, ainda, que é importante que o Brasil faça parte da rede para que seja desenvolvido um trabalho econômico com valor agregado na produção de peças variadas. “Que vão de utilidades a produtos decorativos”, comenta.

O representante do Ministério da Ciência e Tecnologia informou que, em setembro de 2011, foi criada no Brasil a Política Nacional do Bambu. O Acre, certamente, terá um destaque especial. “Por conta da reserva de bambu que existe no Estado”, informa.

Trabalho

De acordo com o diretor da Fundação de Ciência e Tecnologia do Acre (Funtac), há, no Acre, um trabalho de desenvolvimento há oito anos em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae/AC) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), onde são estudadas as viabilidades econômicas da exploração do bambu. “Há uma grande macha de bambu no estado e todas se encontram em áreas protegidas”. Ele informa, ainda, que esta mancha pode ser um ativo econômico importante dentro da sustentabilidade e da economia florestal.