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A construção ocorre até 2020 e será o maior parque eólico do planeta. Foto: Ilustração

A construção ocorre até 2020 e será o maior parque eólico do planeta. Foto: Ilustração

Menos de dois anos após a tragédia nuclear de Fukushima, o Japão prepara uma resposta de peso. A prefeitura da cidade anunciou a construção, até 2020, do maior parque eólico offshore (instalado no mar) do planeta.

Será constituído de 143 turbinas e localizado a 16 km. da costa. Gerará, sozinho, 1 gigawatt (Gw) de potência, equivalentes a todo o parque eólico existente no Brasil ou a uma usina hidrelétrica média, como a de Sobradinho, no rio São Francisco. A eólica de Fukushima é apenas parte de um plano muito mais ambicioso.

O Japão está fazendo investimentos pesados para que toda sua produção de energia provenha, até 2040, de fontes renováveis — eólica e solar, principalmente. As 54 usinas nucleares existentes até 2011 foram fechadas e apenas duas reabertas.

Para alcançar o plano, estão sendo vencidos também desafios tecnológicos. Para evitar riscos como terremotos, tsunamis e tufões, as 143 turbinas de Fukushima estarão instaladas sobre plataformas flutuantes, lastreadas e ancoradas no mar, a 200 metros de profundidade.

About The Author

Thiago Itacaramby é jornalista diplomado e especialista em Marketing. Possui experiências profissionais nos setores público e privado. Atua em órgãos não governamentais ligados ao meio ambiente e possui conhecimentos na elaboração de projetos. Estudante de Gestão Ambiental no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

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