Por: Ecycle

Os plásticos são feitos a partir de uma fração do petróleo chamada nafta. Talvez essa seja a principal semelhança entre eles, porque daí para frente há uma transformação em tipos tão complexos e diferentes que nem parece que saíram do mesmo lugar.

A diferenciação mais básica que pode ser feita após constituição final dos produtos é entre termoplásticos e termorrígidos. Os primeiros podem ser reciclados, pois não sofrem alterações na estrutura química durante o aquecimento. Já os segundos não são passíveis de reciclagem porque não fundem com o reaquecimento (clique aqui e tenha mais informações básicas sobre plástico).

Tá explicado? Vamos ao que interessa

Você deve estar se perguntando: “Tá, mas como eu sei qual tipo de plástico é termoplático ou termorrígido”? É exatamente isso que vamos explicar agora, com as tabelas abaixo. A primeira lista os termoplásticos e a segunda os termorrígidos:

TERMOPLÁSTICOS

*Inclui uma variação do PP, o BOPP, plástico metalizado de difícil reciclagem, usual em embalagens de salgadinhos e biscoitos. Confira detalhes aqui.

TERMORRÍGIDOS

Rotulagem – os numerozinhos para a reciclagem plástica

Para os consumidores saberem de qual tipo de plástico é feito o produto que estão adquirindo, há um padrão utilizado pelas fábricas. Você já deve ter reparado que existem números cercados por um triângulo com setas nos rótulos dos produtos plásticos que você adquire. Eles têm a função de alertar os consumidores sobre o descarte seletivo, além de orientar a separação devida de cada material.

No Brasil, a norma técnica dos plásticos (NBR 13.230:2008) foi concebida de acordo com critérios internacionais. A numeração separa os plásticos em seis diferentes tipos de materiais (PET, PEAD, PVC, PEBD, PP, PS), e ainda há uma sétima opção (outros), normalmente empregada para produtos plásticos fabricados com uma combinação de diversas resinas e materiais.

About The Author

Thiago Itacaramby é jornalista diplomado e especialista em Marketing. Possui experiências profissionais nos setores público e privado. Atua em órgãos não governamentais ligados ao meio ambiente e possui conhecimentos na elaboração de projetos. Estudante de Gestão Ambiental no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

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