Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado Até os anos 1990, pelos menos quatro animais morriam atropelados todos os dias

Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado
Até os anos 1990, pelos menos quatro animais morriam atropelados todos os dias

Por Celso Bejarano/Correio do Estado

A instalação de radares na é um dos fatores que ajudou a reduzir pela metade o índice de atropelamento de animais. Enquanto estudo oficial concluído em maio de 2012 apontava três bichos mortos a cada dois dias, em 1990 eram quatro mortes por dia. A informação é do jornal Correio do Estado.

Conforme a publicação, hoje, por esse trecho o motorista cruza por ao menos duas dezenas de redutores de velocidade, três vezes mais que os equipamentos instalados ali até cinco anos atrás.

Agora, controla a pesquisa o Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura, o ITTI, braço da Universidade Federal do Paraná (UFPR), instituição que desde 2012 desenvolve na BR-262 o Programa de Monitoramento de Atropelamentos de Fauna.

De junho de 2011 a maio de 2012, o engenheiro ambiental Eduardo Mattos, do ITTI, atravessou por seguidas vezes a estrada que ruma ao Pantanal, a partir de Anastácio, e apurou que no período 610 animais foram mortos atropelados.

Mattos disse que vai retomar a pesquisa pelo mesmo trajeto, a partir deste mês. Ele não quis arriscar um percentual indicando a queda no atropelamento, no entanto, acha que as mortes “caíram mais da metade”.