Quarteirao dos museus e Rio Spree - Visto da torre

Quarteirão dos museus e Rio Spree – Visto da torre

Algo que nos faria muito bem é aplicar o conhecimento milenar para equilibrar a energia vital em nossas cidades.

Redação Ecopensar

Todo ser vivo é parte de um organismo maior, um corpo chamado Terra. Nosso planeta é composto de outras agências que atendam às suas respectivas funções. Entre elas estão as grandes cidades que recebem-se cada vez mais moradores. Estes pontos do corpo da Terra são sobrecarregados, bloqueando a energia, algo que pode ser tratada com aplicação de antiga sabedoria holística.

Com uma preocupação genuína com o bem-estar da Terra, há uma tendência holística no planejamento urbano. Técnicas de medicina tradicional, o conhecimento milenar que podem ser usadas em todos os seres vivos, seja de plantas ou animais, pessoas ou comunidades, ecossistemas ou cidades, para todo o planeta.

É o que propõe um artigo sobre acupuntura urbana (em espanhol). Neste método sugere, por exemplo, realizar intervenção seletiva para a melhorar a vida urbana. A cidade é considerada um organismo vivo, e este método traça seus pontos vitais, para localizar os centros importantes – como nadis (canais de fluxo de energia) e chakras (centros de energia). A partir daí, selecionar os nós mais potencial regenerativo.

Esta técnica está se tornando cada vez mais popular, pois combina planejamento urbano e medicina tradicional chinesa, que visa restaurar a saúde e o bem-estar do paciente – neste caso, a cidade e a sua ligação com a Terra em geral. No final você tem um bom fluxo de energia vital (chamado de qi, chi ou prana), o que leva à cidade a uma evolução. Esta teoria foi desenvolvida pelo arquiteto Marco Casagrande, finlandês, e formado na universidades de Taiwan foi implementado ainda que involuntariamente, em cidades como Berlim por décadas. Informações: Veoverde